Phillip Seaton, de 61 anos, e oriundo do Kentucky entrou numa sala de operações para ser circuncidado e saiu sem pénis. O homem e a sua mulher já garantiram que vão processar o cirurgião, por ter feito a «amputação sem autorização». A notícia é avançada pelo site de notícias da ABC News, que cita a Associated Press.

O casal acusa o médico, Dr. John M. Patterson, de ser responsável pela sua perda de «serviço, amor e afecto». Segundo o advogado de Phillip Seaton, Kevin George, nas notas do cirurgião, ele justifica o acto alegando «ter encontrado um cancro na próstata». O mesmo causídico admite que, mais tarde, as análises confirmaram a presença de um tumor maligno.

Todavia, Kevin George defende, que isso não significa que o cirurgião pudesse efectuar a operação sem o consentimento do paciente. «Não era uma emergência médica», justifica acrescentando que «fazendo aquela escolha, nem Phillip, nem a mulher, puderam ouvir uma segunda opinião».

Além do cirurgião, também o anestesista vai ser processado. O casal alega que Phillip Seaton pediu, expressamente, para que a intervenção cirúrgica fosse realizada com anestesia local.